segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Preservação ambiental também é preocupação na Jornada

Minimizar o impacto ambiental é prioridade na organização da Jornada. A Universidade de Passo Fundo (UPF) e a Prefeitura de Passo Fundo, realizadoras da Jornada, programaram algumas medidas para neutralizar possíveis prejuízos ao meio ambiente.

Conforme a professora Elisabeth Foschieira, uma das envolvidas no programa de gerenciamento de resíduos da UPF, foram programadas iniciativas em três frentes: plantio de árvores, destinação adequada dos resíduos e recuperação de uma área degradada.

A partir desta terça-feira (23), mudas de árvores típicas da região serão entregues aos participantes da Jornada e da Jornadinha que tiverem interesse em cultivá-las. O viveiro da Universidade disponibilizará 500 mudas, e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Passo Fundo (SMAM) entregará outras 200 mudas, com a possibilidade de ampliar a quantidade caso haja demanda. Elisabeth explica que as mudas serão entregues apenas a quem tiver interesse em plantá-las. “Nossa intenção é que essas árvores realmente sejam cultivadas. Pedimos a quem for retirar às mudas o preenchimento de um cadastro, para que tenhamos uma noção de onde essas árvores serão plantadas”.

De acordo com a vice-reitora de Extensão e Assuntos Comunitários da UPF, Lorena Geib, essas ações reforçam a missão da instituição. “Essa iniciativa de mitigação dos impactos ambientais, expressa o compromisso da UPF na busca da promoção de eventos sustentáveis”, destacou.

O trabalho de separação, coleta e correta destinação do lixo será intensificado durante a Jornada. Os resíduos serão recolhidos por membros das cooperativas de reciclagem AAMA e Cotraempo, que fazem o recolhimento habitual na UPF. A SMAM disponibilizou oito containers para depósito de resíduos e tele entulhos. A destinação ficará a cargo das mesmas cooperativas, da qual fazem parte seletores e catadores do município, que se beneficiam com a venda de materiais recicláveis.

A área degradada a ser recuperada ainda não foi definida, e o trabalho será feito com a participação de acadêmicos. Após o evento, mudas de árvores nativas serão entregues a um município da região. “Ainda não escolhemos a localidade, mas priorizaremos cidades com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) baixo”, explicou a professora.

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